Amar, como não?

Abril 27, 2009 por aldreygalindo

Há quem diga que amar uma pessoa é fácil. Natural?
Creio que não. Deixar nossos olhos aguçados é algo da juventude.
Nesse tempo temos um “amor” passageiro (a cada mulher ou homem que vemos nos “apaixonamos”), ou talvez apenas puberdade.
Somos guiados por “padrões” de “beleza” muitas vezes introduzidos por “lavagem cerebral” (TV, Outdoors, contos de fada (mais mulheres :P )).
Assumimos esses “padrões” sem mesmo nos darmos conta ou até deixando os olhos focarem e a mente imaginar.
Em algumas dessas situações criamos uma prototipação de nossas necessidades e elas são satisfeitas pelos nossos olhos.
Então não existe amar?! Somos apenas “iludidos”?!
Na maioria dos casos sim, de certa forma.
Como sair para comprar algum artigo (sapato, camisa, etc) sem saber o que quer? O que tiver em “promoção” ou “liquidação” vai ser o que vamos “pegar”? Pra você qualquer “sapato” serve, contanto que seja seu “número”?
Realmente há uma necessidade de se saber o que quer.
Não penso que o amor seja algo fácil para a maioria ou até simples.
Fácil o amor de um pai/mãe por um filho(a)?
Se torna “fácil” quando há se é algo desejado. Quando não há barreiras. Quando não nos negamos a deixar acontecer.
Se é “simples” como dito acima, por que dizer que não é fácil?
Pelo simples fato de temos em geral uma Sociedade que falta muito amor. Amor por seus semelhantes, pelo próximo, por si, etc.
O amor não é algo que vem do nada. Ele vem de onde muitas vezes não pensamos, vem da simplicidade da vida, das ações, dos sentimentos, do viver…
A capacidade humana vai além do imaginado, supera tudo, faz acontecer.
Somos capazes das coisas mais belas a as mais horrendas.
Somos capazes de viver de todas as maneiras pensadas e não pensadas.

Nos é dado a mais preciosa das coisas, a vida, é dela que nos permitimos desfrutar e alimentar tudo que nossas mentes conseguem pensar
Digo que o amar é algo difinido e indefinido, que é algo mais do que pensado ou imaginado.
Algo que nos permite viver e construir casas, cidades, países, nações e além disso..
Amar talvez seja a coisa mais divida que nos é permitido e que não percebemos…
Ame a si e ao mundo, não tenha medo ou receio de amar
Mais que seja algo puro, algo que venha realmente do fundo do seu coração, pois nesse momento a outra pessoa sentirá esse sentimento e mesmo que nesse momento ela não possa retribuir como você pensa… Você saberá que ela desfrutou dessa simplicidade e você do seu querer maior…

Criação de Repositório YUM em RedHat 5.2

Março 30, 2009 por aldreygalindo

Este tem como finalidade explicar as etapas de como criar um repositório YUM em um RedHat 5.2. O procedimento descrito é o mesmo para algumas versões anteriores, bem como CentOS e Fedora.

- Baixar o ISO do DVD (rhel-5.2-server-x86_64-dvd.iso)

- Criar diretório para o repositório
[root@el5server ~]# mkdir /home/rhel52

- Montar ISO
[root@el5server ~]# mount -o loop rhel-5.2-server-x86_64-dvd.iso /mnt

- Copiar DVD
[root@el5server ~]# cp -r /mnt/* /home/rhel52/

- Desmontar DVD
[root@el5server ~]# umount /mnt

- Instalar o programa para criar a lista de pacotes
[root@el5server ~]# rpm -ivh /home/rhel52/Server/createrepo-0.4.11-3.el5.noarch.rpm

- Criando catálogo de pacotes
[root@el5server ~]# createrepo /home/rhel52/Server
[root@el5server ~]# createrepo /home/rhel52/VT
* Server – Todos os pacotes do SO
* VT – Pacotes para Virtualização

- Baixando alguns pacotes mais novos (xen, xen-libs, dnsmasq, kernel-xen, libvirt, libvirt-python e python-virtinst) e colocando eles em ‘/home/rhel52/updates’.

- Catalogando os repositórios
[root@el5server ~]# cat < /etc/yum.repos.d/local.repo
[base]
name=Red Hat Enterprise Linux \$releasever – \$basearch – Base
baseurl=file:///home/rhel52/Server
enabled=1
gpgcheck=1
gpgkey=file:///etc/pki/rpm-gpg/RPM-GPG-KEY-redhat-release

[vt]
name=Red Hat Enterprise Linux \$releasever – \$basearch – VT
baseurl=file:///home/rhel52/VT
enabled=1
gpgcheck=0

[updates]
name=Red Hat Enterprise Linux $releasever – $basearch – Updates
baseurl=file:///home/rhel52/updates
enabled=1
gpgcheck=0
_EOF_

- Verificando e atualizando os repositórios do YUM
[root@el5server ~]# yum update
Loading “security” plugin
base 100% |=========================| 951 B 00:00
primary.xml.gz 100% |=========================| 1.0 MB 00:00
base : ################################################## 2944/2944
vt 100% |=========================| 951 B 00:00
primary.xml.gz 100% |=========================| 7.1 kB 00:00
vt : ################################################## 35/35
updates 100% |=========================| 951 B 00:00
primary.xml.gz 100% |=========================| 9.8 kB 00:00
updates : ################################################## 12/12
Skipping security plugin, no data
Setting up Update Process
Resolving Dependencies
Skipping security plugin, no data
–> Running transaction check
—> Package ecryptfs-utils.i386 0:56-8.el5 set to be updated
—> Package ecryptfs-utils.x86_64 0:56-8.el5 set to be updated
–> Finished Dependency Resolution

Dependencies Resolved

=============================================================================
Package Arch Version Repository Size
=============================================================================
Updating:
ecryptfs-utils i386 56-8.el5 updates 127 k
ecryptfs-utils x86_64 56-8.el5 updates 133 k

Transaction Summary
=============================================================================
Install 0 Package(s)
Update 2 Package(s)
Remove 0 Package(s)

Total download size: 260 k
Is this ok [y/N]: y
Downloading Packages:
Running rpm_check_debug
Running Transaction Test
Finished Transaction Test
Transaction Test Succeeded
Running Transaction
Updating : ecryptfs-utils ######################### [1/4]
Updating : ecryptfs-utils ######################### [2/4]
Cleanup : ecryptfs-utils ######################### [3/4]
Cleanup : ecryptfs-utils ######################### [4/4]

Updated: ecryptfs-utils.i386 0:56-8.el5 ecryptfs-utils.x86_64 0:56-8.el5
Complete!

- Com a etapa de cima completada, vemos que o SO já está utilizando o nosso repositório.

Rumos – 09/01/2009

Janeiro 9, 2009 por aldreygalindo

Não somos donos da vida
apenas fazemos o caminho que achamos melhor
não há como “mandar” ou coordenar os eventos a nossa volta
Temos sim, ou teríamos que pensar em como será nossa conduta

Somos seres capazes das coisas mais belas, mas também das piores…
o que torna todos com algo diferente, é a simpes capacidade de pensar, decidir
de muitas vezes ser o do contra que traz o crescimento

o querer que faz a diferença
o pensar e não só pensar, batalhar…

não podemos contar com as incertezas da vida
muito menos saber o que será
não coordenamos as ações alheias
e nem deveríamos

o pensamento para coordenar o “mundo” é no coletivo
infelizmente a maioria pensa no individial
não nos deixando capazes de conduzir ou decidir por muitos

o mais magnifico na vida é nossa determinação em alguns momentos
a força que movemos para conseguir objetivos
a dignidade que conseguimos quando não a queremos
o sentir que se torna belo, apenas com o simples

contra as propabilidades da vida
contra os pensamentos e ações negativas
contra os obstáculos
contra tudo e contra todos…
batalhamos, caímos, levantamos e no final vençemos

alguns rumos mudamos
outros seguimos…
são os rumos da vida

Saudades Adormecidas

Janeiro 6, 2009 por aldreygalindo

As saudades que outrora fora esquecida…
É a mesma que acorda de um longo sono.
Ela arrebata todos os sentidos.
Nos faz sentir uma reriravolta no simples sentir.
Nos consome quando nos deixamos abater.
E muitas vezes no guiam em um novo rumo.
Nos mostrando novos caminhos, e permitindo que mais e mais pessoas possam caminhar conosco.
Compartilhando a mesma saudade…

Dia D 2007

Agosto 18, 2008 por aldreygalindo

Está um pouco fora da ordem o material, é que na época não tinha esse espaço. E como não estou muito habitualizado a ele, esqueço de colocar na ordem correta :) . Mais aqui tem a palestra e os vídeos explicando a virtualização. Espero que seja útil o material. Esse material foi feito como base o Debian Etch.

PS: Os vídeos estão zi.pados.

Dia D 2008 – 15 anos de Felicidade

Agosto 17, 2008 por aldreygalindo

Essa é minha contribuição para o Dia D 2008 aqui em Recife-PE. Uma palestra que tive a oportunidade de apresentar. Agradeço a Andrea (http://celde.wordpress.com) e a Rafael Cavalcanti.

É uma palestra sobre virtualização, onde apresento algumas vantagens e o que vejo como pontos a serem considerados.

Virtualização pela Prefeitura da Cidade do Recife: Um caso de sucesso

Agosto 15, 2008 por aldreygalindo

Palestra ‘Virtualização pela Prefeitura da Cidade do Recife: Um caso de sucesso‘ no II Encontro de Software Livre de Pernambuco (ESLPE II) em 25 de Abril de 2008 (23 à 25).

Pequenos brilhos – 20/01/2004

Agosto 6, 2008 por aldreygalindo

Pequenos brilhos as vezes ofuscam nossas visões, encantam a vista. Deslumbram a mente em forma de ilusões. Tornam os pensamentos rápidos e deixam-los com mais sentimento. Esses brilhos podem mudar algo ao seu redor, um ser, um objeto, um sentimento. Por muitas outras vezes, esse brilho, não seria nada mais do que algo parado. Mas às vezes, só às vezes isso pode deixar de estar despercebido para tornar-se chamativo. Esses brilhos são como os diamantes, já possuem um grande brilho, mas ao passar dos dias aumentam sua força e seu brilho. Um encanto, esses diamantes são encantos para os olhos. São pequenos, mas são percebidos, são cativantes, são entusiasmantes, são brilhos.

Para onde olhar e o que ver?

Agosto 6, 2008 por aldreygalindo

Muitas vezes fico a me perguntar sobre como as pessoas e as coisas são em geral. A resposta que me vêm a mente é ilusão. Vou explicar melhor… Alguns exemplos:
- Um carro: você o vê e não imagina como são as coisas por baixo do capô ou da mala. Pode ter um motor velho e quase batendo, ou mesmo um corpo na mala.
- Uma casa: nela você pode ter uma bela fachada, mas lá dentro pode não ter nada que preste. Ou, uma fachada não tão boa, mas por dentro tudo novo e ótima estrutura.
- Uma pessoa: imagine uma pessoa muito bonita, conceitualmente o ser humano admite que ela é uma ótima pessoa. Quantas pessoas ditas “bonitas” já nos decepcionaram? Pense em um ente querido seu que já está velho, por mais que sua idade esteja passando ele é uma ótima pessoa.

Existe um velho ditado que diz “Não julgue um livro pela capa”. Esse ditado se perpetua a cada dia, pois mais e mais pessoa passam a entender o real sentido. Não vemos quem estar ao nosso lado, ou se vemos não damos muita atenção. Creio que muitos já tiveram a oportunidade de ler textos como esse, e espero que passem a incorporar no seu viver. Também acho que isso é difícil, pois a maioria das coisas sabidas por muitos como certas nem sempre são aplicadas. As palavras ficam mais bonitas nos papéis, cartas, e-mails, do que na vida. Talvez por muitas das palavras serem utópicas. Mas ainda creio que por elas serem assim, deveria ser mais fácil. Pois, elas já foram idealizadas e de certa forma planejadas da forma “correta”, sua aplicação seria fácil. O mundo está repleto de contradições e elas são crescentes, pois são alimentadas pelo povo. Crer em algo melhor, acho que seja o que muitos fazem, mas além disso temos que ter o compromisso conosco. Ele deve se sobrepor as dificuldades criadas pelo ser humano e deixar para traz as amarras que criamos. Devem se sobrepor a todas as futilidades, pois o que mais importa é a felicidade de todos. Pregar algo e não fazer é fácil, pois é o que mais existe. Há textos e mais textos que falam sobre esse assunto, mas sei o peso de tornar algumas filosofias em concretização de vida. Esse peso deve diminuir à medida que mais pessoas façam o mesmo. Para quase tudo na vida há um preço, eu pago o meu em tornar o que acho correto em realização. Você é capaz de pagar o preço de não tentar, ou mesmo de ignorar? Os idéias se misturam, pois a pureza já não existe. Ela se perdeu quando comecei a pensar na vida.

O Vazio – 07/01/2004

Agosto 6, 2008 por aldreygalindo

O vazio está presente mesmo com tantas pessoas ao seu redor. Este vazio é crescente a cada dia com o distanciamento das pessoas, das possibilidades delas se conhecerem melhor. Algumas pessoas vão se isolando do mundo, e com isso causando esse vazio. No espaço o vazio é formado pela ausência de corpos ou objetos, já na vida é pela ausência de pessoas que tragam algum tipo de conforto. Mesmo em terras onde há muitas pessoas isso acontece. A carência deve ser a principal causa que leva a se ter essa sensação. Para muitos dos problemas existentes há uma solução, nesse caso também. As pessoas devem ser mais abertas a conversação, tirando um pouco essa “armadura” que elas apresentam. Deve-se ter mais brilho na vida, deixar as palavras claras e objetivas. Também tratar melhor as pessoas, fazer mais amigos. Muitas vezes não sabemos que a pessoa ao nosso lado está triste e precisando de conversar. Imagine a você mesmo triste, derrepente chega ao seu lado alguém que percebeu e lhe conforta. Isso é muito difícil de haver pelo distanciamento existente. Retire o vazio de si e deixe espaço para felicidade e boas lembranças.